Passaporte EXPO

A Exposição Mundial de Lisboa vai possuir três pontos privilegiados de observação. Um dos pontos é o teleférico a cinco metros de altura, na zona ribeirinha de um lado ao outro do recinto. O outro local é o miradouro da Torre da Petrogal, recuperada pelos arquitectos Egas José Vieira e Manuel Graça Dias, que permanecerá como símbolo, no próximo milénio, da última petrolífera da Europa instalada numa cidade. Finalmente, a Torre Vasco da Gama, com 140 m de altura, que funciona, a oriente, como uma estilização da Torre de Belém a ocidente.

(via “A Cidade da EXPO’98 – Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

Missionário (Vila Nova de Famalicão, 1645 – Pequim, 1708). Partiu para o Oriente em 1666, onde concluiu os seus estudos. Pelos seus dotes musicais foi convidado pelo imperador Kang Hi para a corte de Pequim, em 1673, onde ensinou música e compôs, tanto no estilo europeu como no chinês. Conselheiro do imperador, conseguiu deste, em 1689, o que alguém jamais havia conseguido: o Édito da Tolerância da Religião Católica. Foi ainda o principal responsável pelo tratado que delimitou a fronteira entre a China e a Rússia, evitando uma guerra que se avizinhava. Superior dos jesuítas na China, tinha a categoria de Mandarim, quando faleceu.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Passaporte EXPO

“Aqua Matrix” é o evento multimedia de grandes dimensões que todas as noites irá animar a Doca dos Olivais na Expo’98. Para criar este evento, a Expo’98 assegurou a participação de Mark Fisher, o responsável pelos grandes espectáculos dos Pink Floyd, Rolling Stones e U2.

(via “A Cidade da EXPO’98 – Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

Navegador e guerreiro (1538 – Costa da Cafraria, 1589). Apaixonado pelos feitos portugueses no Oriente, partiu, muito novo, para a Índia, na Armada de Luís Fernandes de Vasconcelos. Atacou e destruiu Mangalor e pelos seus feitos foi-lhe concedido o comando de uma frota que, em 1564, venceu o corsário Canatali. Governou durante três anos a capitania de Chaul. Quando o rei de Jor atacou Malaca e o capitão enlouqueceu, os sitiados imploraram a sua nomeação. Em 1578 o vice-rei assim o fez e os sitiantes recolheram a Jor, que saqueou e incendiou. A sua recepção em Malaca foi triunfal, assim como em Goa, após ter quebrado o cerco da fortaleza de Colombo. Em 1589 partiu com a sua família, numa nau repleta de riquezas e especiarias, mas sofreram um naufrágio, do qual resgatou algumas vítimas, conseguindo atingir a praia de Fumos, com a sua esposa e alguns tripulantes, falecendo alguns meses depois.

(via “História de Portugal – Dicionário de Personalidades” (coordenação de José Hermano Saraiva), edição QuidNovi, 2004)

Panorama Doca dos Olivais

(Foto de João Gomes Mota, gentilmente cedida pelo autor)

Augusto Tavares Dias, director criativo da agência de publicidade Saatchi & Saatchi viu a sua proposta da imagem da Expo’98 escolhida entre 1288 propostas. Esta criação torna-se, assim, no símbolo oficial desta Exposição.

(via “A Cidade da EXPO’98 – Uma Reconversão na Frente Ribeirinha de Lisboa?”, Vítor Matias Ferreira e Francisco Indovina, Editorial Bizâncio, Lisboa, 1999)

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